LGPD no escritório: a bomba-relógio no seu celular
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LGPD no escritório: a bomba-relógio no seu celular

Jurídico
7 min
01 de fev. de 2024

Jurídico JurisDoc

Equipe JurisDoc

Existe um ditado no meio jurídico: existem dois tipos de escritório — os que já tiveram incidente de dados e os que ainda terão. Com a LGPD, o risco explodiu.

Dados de clientes, documentos de identidade e peças processuais são pessoais — e, em muitos casos, sensíveis (Art. 5º, II). O vazamento de um dossiê é muito mais grave que o vazamento de um CPF.

O erro “inocente” do WhatsApp

Cenário comum: o cliente manda a foto do RG e do contrato no seu WhatsApp pessoal. Você olha, responde, e o arquivo fica na galeria do celular, misturado com fotos da família.

O perigo: seu filho pega o celular, clica errado e compartilha o documento. Ou o aparelho é roubado e desbloqueado.

Resultado: dano moral, vazamento, reclamação na OAB e multa que pode chegar a 2% do faturamento (até R$ 50 mi).

Blindagem digital com JurisDoc

Desenhamos o sistema com o conceito de Privacy by Design. Veja como resolvemos o problema do WhatsApp:

  1. Canal segregado: o cliente manda mensagem para o número do escritório. A mensagem cai dentro do dossiê JurisDoc.
  2. Sem dados no dispositivo: o documento fica na nuvem criptografada, não na galeria do seu celular.
  3. Trilha de auditoria: cada acesso fica registrado. Se houver questionamento, você tem o log.

Termos de consentimento rastreáveis

O “papelzinho” assinado na recepção não é suficiente. Para atendimento remoto, o consentimento precisa ser específico e rastreável.

Antes de enviar documentos, o sistema coleta o “Li e Aceito” digital com IP e carimbo de tempo. Se houver questionamento, geramos um dossiê de auditoria com todos os logs.

Segurança jurídica não é sobre “se” vai acontecer, mas “quando”. Esteja preparado.

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